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A Lia em seus infinitos mistérios

Imagem de um céu azul e em destaque uma pipa no céu e o braço de uma pessoa segurando a linha, trazendo o conceito de libertade e autonomia.
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O avô de Fred revela que “Lia” é um acrônimo para Liberdade, Independência e Autonomia, valores que moldaram sua vida. As duas primeiras o fortaleceram, mas a última é traiçoeira, exigindo controle. Ele ensina que o tempo impõe limites, mas o medo é o único inimigo que podemos enfrentar e vencer.

Em meio a uma conversa com o avô, a quem Alfredo tinha como uma espécie de conselheiro desde a infância, por conta de sua ponderação e bom-senso, o rapaz perguntou:

– Vô, quem é essa tal de Lia que você menciona ocasionalmente?

– Ah, meu neto, essa é uma mulher de muitas faces, que me acompanha desde que nasci e estará comigo até o último dia da minha vida.

– Hã!?… Como assim, vô? Que mulher é essa que está sempre com você e eu nunca vi?

– Engano seu, meu neto. Você já a viu muitas vezes. Aliás, desde que se entende por gente, na verdade, só que não totalmente. Como te falei, a Lia é um ser multifacetado, com um tipo de perfil que a psicologia descreve como “múltipla personalidade”. Você já ouviu falar disso, não é?

– Claro, vô. Já li bastante a respeito. Inclusive vi um filme antigo sobre isso: “As três faces de Eve”. É disso que está falando, imagino eu.

– Sim. Como a Eve do filme, a minha Lia também tem três personalidades, mas você até agora só conheceu duas delas. A terceira ela ainda não conseguiu mostrar, embora já esteja tentando. Mas eu estou atento tentando impedi-la.

O rapaz sorriu, se perguntando se a lucidez do avô não estaria começando a dar sinais de estar diminuindo com a idade. Amava muito aquele homem que, com sua perspicácia e amplitude de visão, sempre o ajudara nos momentos de decisão mais difíceis de sua vida:

– Explique melhor, vô. Ainda não consegui entender essa Lia misteriosa de sua vida. Quais as duas personalidades dela que eu conheço e nem me dei conta? É uma espécie de “entidade fantasma”, que a gente não vê?

O avô reagiu com uma risada divertida:

– É um bom nome para descrevê-la, Fred. Realmente ela age como uma entidade-fantasma, mas nunca houve nada mais presente e real do que ela em minha vida.

E percebendo ainda alguma preocupação no olhar de Fred, seu avô tratou de esclarecer a questão:

– Lia é bem mais do que uma figura de metáfora, meu neto. Ela se mostra de maneira até bem visível, mas só aos mais sensíveis como você. Para a maioria “vai passar batido” até na vida deles mesmos, e não apenas na de outros!

E vendo que o neto continuava a olhá-lo como se questionando a sua lucidez, o avô prosseguiu:

– “Lia” é uma corruptela – na verdade, um acrônimo – que uso para meu sentido de Liberdade, Independência e Autonomia. Você, desde novinho, percebeu o valor que atribuo à liberdade…

Imagem de um homem, usando uma camisa listrada nas cores azul e branco, uma calça branca. Ele está de braços aberto desfrutando de liberdade e ar fresco para seguir a vida.
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– Sim! Sempre admirei sua coragem para seguir sua vida, mesmo contrariando convenções e modismos. Você me contou muitas histórias de como foi castigado na infância por sua rebeldia para aceitar o que lhe impunham e que não concordava. Minha admiração por você, inclusive, surgiu daí.

– Exato! Esse sentido de liberdade não foi adquirido. Simplesmente brotou em mim e o descobri como o meu valor mais importante. A não submissão – ou insubordinação ao que contrariasse minha essência – foi o primeiro princípio de que tomei consciência e que, apesar dos muitos conflitos que me trouxe, eu nunca abri mão. Sempre o senti como um direito legítimo que valia mais do que qualquer outro princípio. Nunca me vi como um “rebelde sem causa”.

– Com certeza, vô! Sua causa era mais do que legítima, gostassem ou não dela, e isso é o que sempre valorizei em você.

– Então está aí a primeira “personalidade” da Lia que você reconheceu em mim. E sempre me pareceu que você gostou dela desde que a viu.
Fred sorriu com a sutileza do avô, e confirmou:

– De fato! A primeira face da sua “Eve” – a sua liberdade – sempre me foi muito familiar!

 A segunda também se mostrou tão visível quanto essa para você: lembra quando lhe falei das surras que levava depois das festas de família, que era uma constante na minha vida quando garoto?

– Nossa! Como me lembro! A Bisa dizia que você foi sempre o mais “arteiro” dos filhos, e que por isso apanhava muito. Mas você contava que não gostava de fingir, e nunca achei que dizer a verdade fosse “fazer arte”. Pelo que você contava, as festas eram um verdadeiro suplício para você!

– Eu odiava aquelas festas de família reunindo tios e primos, onde se disputava quem era o mais bem-sucedido de todos. Parecia mais um festival de exibicionismo, preconceito e maledicência. As surras ao voltar para casa eram invariavelmente por eu expor o que achava daquilo, ao tentarem me envolver na hipocrisia familiar que não poucas vezes me envergonhava junto a meus amigos, ao vê-los até humilhados pela soberba de meus tios e primos que os viam como uma “raça superior”.

– Lembro de você dizer que apanhava após cada festa, e voltava a repetir a “arte” para apanhar de novo, e várias vezes. Disse sentir uma espécie de orgulho disso, e daí ser visto como “intratável” e rebelde pelo resto da família. Eu consigo entender o lado deles, da raiva que sentiam de você, e mais ainda o da sua rebeldia. O “arteiro” da Bisa era apenas o filho que não compactuava com aquilo que te fazia tão mal.

Imagem de um homem usando roupa social. Ele está de braços erguidos olhando para um grande complexo de prédios executivos, trazendo o conceito de independência.
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– Você acaba de me confirmar que já sabia da segunda face da Lia: a minha independência em relação a ideias e sentimentos alheios dos quais discordo. Não compactuar pode ser muito doloroso, Fred, na maioria das vezes.

– Mas também muito gratificante por dentro por se estar seguro de que era o certo a fazer. Tem razão, vô: eu já conhecia essa segunda face da Lia. Então, fica fácil deduzir que as surras lhe chegavam como uma espécie de “certificado” de sua coragem. Ainda que muito novo na época para entender, minha admiração por você pode ter surgido dessas duas faces de sua Lia percebidas instintivamente ao longo de nosso convívio. Mas agora fiquei curioso: você falou que a terceira face eu ainda não conheço!…

– É verdade! Mas isso não é prerrogativa sua, Fred. Dos três lados da minha Lia, o “A” é o que se mostra mais frágil, mais suscetível de se deixar dominar e, o que é pior, pode acabar destruindo tudo o que os outros dois construíram.

– Nossa! Você aguçou ainda mais minha curiosidade: o que esse “A” representa, para ser tão diferente dos dois primeiros?

– Trata-se da autonomia. No caso da Liberdade e da Independência, a batalha é mais fácil por termos o inimigo bem definido e posicionado do lado de fora. Já na Autonomia, a ameaça vem de dentro para fora pela ação do tempo, minando-nos a resistência até que a percamos por completo. – explicou o avô. – Mas, se resulta do passar do tempo, seu avanço é tão inexorável quanto a morte. Como resistir então à sua perda? O lado mais vulnerável da terceira “personalidade” fica oculta até não poder mais ser controlada e conseguir, enfim, eliminar todas as resistências de seu “hospedeiro”.

– Está me dizendo que, das três personalidades, é a que sofre ataques permanentes, se entendi. Falta ainda me dizer o nome dela, o “A” da sua Lia, que me parece ser a mais frágil das três.

– Não apenas frágil, mas também a mais instável, pois pode mudar muito ao longo da vida. Ela é a Autonomia. E são os jovens, e não os velhos, as suas maiores vítimas, já que se mostra ardilosa se não soubermos como utilizá-la a nosso favor. A autonomia, quando somos jovens e inexperientes, nos convence facilmente que somos imbatíveis e poderosos, e nada nos pode atingir. E essa é a grande armadilha. Essa face da Lia é astuciosa e traiçoeira, e se deixarmos que nos domine pode ser a linha divisória entre o sucesso e o fracasso, inclusive com força para ser a nossa desgraça. Então precisa ser mantida sob controle. O domínio tem de ser nosso, nunca dela.

– Verdade, vô. Mas ela é instável, como você disse. Portanto, está sempre mudando. Em que fase ela é menos perigosa? – quis saber Fred.

– Perigosa, ela sempre vai ser, cobrando que estejamos sempre atentos aos ardis que vai mostrando de tempos em tempos. Na juventude, os ardis assumem forma de desafio, já que os jovens adoram desafiar tudo o que enfrentam. E o resultado muitas vezes é fatal. Na maturidade, ela mostra sua melhor faceta. Como já superamos a impetuosidade das descobertas e dos desafios, conseguimos mantê-la sob controle na maior parte do tempo, tendo o bom senso como aliado. E a autonomia parece se entender bem com o bom senso, pois quando o percebe, ela para de lutar pelo domínio, deixando-nos mais seguros para lidar com altos e baixos da vida.

– E isso não se mantém na velhice, uma época em que estamos mais experientes e, por lógica, deveríamos estar com todas as rédeas na mão?

– É, meu neto, mas nessa fase da vida a Lia tem que lidar com inimigos poderosos que tentarão enfraquecê-la: o Tempo, as Limitações e os Medos, nessa ordem. Como os dois primeiros são invencíveis, precisamos nos concentrar no terceiro, sendo o que podemos controlar.

– Concordo com cada palavra: no que toca ao tempo e às limitações da idade, não há nada o que fazer, o que não é o caso dos medos.

Imagem de um homem empresário sentado no chão de sua sala. Ele está encolhido e encostado na parede, trazendo o conceito do medo.
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– Eu sempre tive no medo meu maior inimigo, e daí começar a lhe dar combate ainda menino, assim que tomei consciência da ameaça que poderia representar ao longo de uma vida inteira.

– Queria entender mais um pouco desse seu processo!

– Esse fato marcou muito como início do meu combate aos meus medos. Eu tivera uma discussão com um colega de escola que morava na minha rua, e ele jurou que iria “me arrebentar” na primeira vez que me encontrasse na rua. Acontece que eu precisava passar na porta dele para ir ao colégio, e ele saía de casa no mesmo horário, claro. Na primeira manhã, depois da ameaça, eu parei antes de passar no portão da casa dele, e pensei se deveria subir a rua para pegar a que passava por trás da casa dele para não encarar a briga prometida, já que odeio qualquer tipo de confusão. Só que parei e pensei comigo que teria que passar por ali o ano inteiro de aulas, e decidi resolver de imediato a situação. Esperei que ele saísse e desse comigo em frente ao seu portão, que partiu para cima de mim e a gente rolou no chão trocando socos. Ele me tirou sangue do nariz e meu uniforme ficou em trapos, mas lhe devolvi com muita pancada também, e desde esse dia ele nunca voltou a me provocar de novo. Descobri então que os medos existiam para a gente aprender a enfrentá-los, e não para correr deles durante toda a vida. E foi quando vi que meu verdadeiro inimigo não era o cara, mas aquele que eu trazia dentro de mim mesmo, e tomei a decisão de expulsá-lo para nunca mais lhe dar guarida no meu espírito.

– Que história bonita, vô! Agora entendo perfeitamente esse libertário que você se tornou a partir da decisão de enfrentar seus medos, em vez de deixar que eles o aprisionassem! – exclamou Fred.

– Nossos medos não nos dão opção: ou você os domina, ou será escravo deles pelo resto de sua vida!

– Mas quanto ao “A” de sua Lia. O desafio se aplica à autonomia também? – quis saber Fred.

– Com certeza! E de forma ainda mais perigosa e avassaladora, porque se não o encararmos desta vez, a derrota pode ser definitiva, pois não mais teremos tempo para revertê-la! Então, é caso mesmo de vida ou morte: ou você segue sereno até o final, mantendo-o sob controle, ou você se entrega e certamente decretará seu fim.

– Bem forte isso que você falou!

– Sim, porque o medo encontra enorme acolhida nas nossas inseguranças herdadas e nas limitações físicas que irão se agravando com o envelhecimento. Você sente a sua autonomia indo para o brejo a passos largos, e não há outra forma de lidar com isso além de tratá-lo da maneira mais corajosa que conseguir. E não é impossível, pois o que não faltam são casos de resiliência extrema para nos inspirar nessa luta final entre o homem e seus medos. A sua autonomia, nesse momento tão crucial da sua vida, se revela em toda a intensidade que até ali você conseguia dominar, e será frívola o bastante para não se incomodar com seu sofrimento, instável para ceder e contra-atacar repetidas vezes, ardilosa e astuta para tentar enfraquecê-lo nas suas vulnerabilidades, e ameaçá-lo com o que tem de pior na sua forma de agir: sorrateira, traiçoeira e inescrupulosa. Em suma, não nos dará descanso em nenhum momento, precisando que estejamos alerta o tempo inteiro para não sucumbir às ameaças diárias. Não se esqueça de que ela se alia ao tempo para minar sua resistência, exigindo de nós mais do que um mero exercício de vontade, mas de decisões deliberadas e inabaláveis.

– E se nada for feito de forma efetiva e constante, não será possível mantê-la. – concluiu o neto.

– Exatamente assim, meu neto! Vai ser uma nova batalha a cada despertar, matar um leão por dia, como se diz na gíria. Se me perguntar se essa luta é inevitável, minha resposta é sim, mas “com reservas”, ou seja: sua resistência pode converter muito sofrimento em algo bem menos desconfortável, se você o tratar como prática diária.

– E em que consiste exatamente essa prática? – quis saber Fred.

– Consiste na identificação e classificação das ameaças que vão surgindo a cada dia, e dar resposta imediata a elas antes que se instalem dentro de nós. Coisas com as quais você lidava de forma tranquila recentemente vão se fortalecendo o bastante para derrubá-lo, se você não remexer seus alfarrábios internos na tentativa de encontrar as melhores armas.

– Que troço interessante isso, vô! Me fala mais, me dê exemplos concretos dessas ameaças para que eu possa mergulhar nessa vibe de “vigilância permanente” que você descreveu.

Um homem idoso de suéter azul usando um tablet digital, trazendo o conceito de desafios com a tecnologia e a terceira idade.
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– Vou começar então pela que estou vivendo neste exato momento, e que se apresenta hoje como uma das mais nefastas para arrebentar pessoas da minha faixa etária: a tecnologia, que elimina qualquer contato direto entre os agentes sociais, estabelecendo uma dependência absoluta de aplicativos para resolver as questões mais idiotas do cotidiano. Só que para as pessoas de minha geração, que não cresceram nesse tipo de relação obrigatória com o mundo digital, fica extremamente difícil se encontrar nele. Tudo fica complexo demais, inacessível demais para quem bastava pegar um telefone para falar direto com a empresa com a qual estamos tendo problemas. 
Mas o pior disso tudo é o sentimento devastador de exclusão a que somos submetidos em 100% do tempo, como se nos tivessem expulsado do nosso mundo, sendo obrigados a aceitar outro que nos rejeita. E como falar em “autonomia” nesse contexto de dependência quase absoluta de alguém que resolva nossos problemas de acesso ao mundo digital? A percepção é de que a inteligência desenvolvida durante uma longa caminhada não serve mais para coisa alguma, e tampouco a sua experiência de vida, derrubada pelo conhecimento focado no domínio de uma máquina que, na verdade, é quem nos domina. A dificuldade funcional é significativa, mas a consequência emocional – que vai nos retirando a vontade de permanecer num mundo absolutamente estranho a nós – é desesperadamente maior. É preciso levantar de manhã com a proposta de seguir resistindo com todas as suas forças, e se deitar com aquela sensação enorme de derrota, de ter sido atirado aos leões de um mundo do qual se foi expulso, e que nos grita ser mais fácil desistir do que ir em frente!

– Vô, isso que você está me falando é terrível e extremamente impactante. Pois as pessoas em volta, e até as mais próximas, como é o nosso caso, não conseguem sentir na pele o drama dessa exclusão que você descreveu como uma fonte inesgotável que vai minando toda a energia interna que lutamos por preservar. O que se pode fazer a respeito, vô? O que eu, por exemplo, poderia fazer para eliminar, pelo menos em parte, esse sentimento de impotência, de que enfrenta uma luta insana destinada ao fracasso? Isso é preocupante! No seu caso, sei que você não desiste de lutar, mas tem gente que “joga a toalha” sim, talvez a grande maioria, e opta por deixar tudo acontecer, ou o que é pior: tomar medidas para acontecer de uma vez, e não precisar seguir com uma luta inglória.

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– Já pensei sobre tudo isso, Fred, mas essa batalha entre o mundo interior e o exterior é solitária, e ninguém poderá ajudá-lo de forma efetiva, pois as pessoas à sua volta também estão cerceadas por esse sistema insano que transforma a população global num exército de solitários. Só como exemplo, a minha dificuldade de hoje não será um fato isolado. A todo momento surgirão outras, e você não estará aqui para me ajudar com elas, o que torna sua ajuda numa espécie de “tratamento paliativo”, apenas para prolongar a vida (nesse caso, a útil) por mais um tempinho. E não há o que fazer: você está sendo literalmente expulso do seu mundo conhecido a cada novo dia, e encontrado um mundo cada vez mais assustador que não irá acolhê-lo, mas apenas “tolerá-lo” até que sucumba ou tome, por si, a decisão de encerrar o processo. Simples assim: a realidade é essa, e seus temores não irão te salvar.

Eu poderia citar outras tantas situações do cotidiano que lhe gritam que “você não é mais necessário”, ou até que precisa se aceitar como descartável no sentido mais clássico do “aceita que dói menos”, mas acabaria apenas transferindo para você o sentimento de impotência de também não poder fazer nada. A decisão mais razoável é a de seguir tentando e não entregar a luta de graça – se formos daqueles que têm na resiliência o seu valor mais sagrado – e seguir fazendo isso até o último dia, de modo que sua sensação de vitória sobre seus próprios fantasmas amenizem o tanto que possa o pragmatismo das barreiras reais! O canto de sereia que pode levá-lo ao fundo continuará acontecendo, mas o grito mais alto da sua Lia pode torná-lo quase imperceptível aos seus ouvidos, causando o tão necessário apaziguamento a partir do som de sua própria voz!

Sobre o autor

Luiz Roberto Bodstein

Formado pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduado em docência do ensino superior pela Universidade Cândido Mendes. Ocupou vários cargos executivos em empresas como Trimens Consultores, Boehringer do Brasil e Estaleiro Verolme. Consultor pelo Sebrae Nacional para planejamento estratégico e docente da Fundação Getúlio Vargas e do Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear (IBQN) para Sistemas de Gestão. Especializou-se em qualidade na educação (Penn State University, EUA) e desenvolvimento gerencial (London Human Resources Institute, Inglaterra). Atualmente é diretor da Ad Modum Soluções Corporativas, tendo publicado mais de 20 livros e desenvolvido inúmeros cursos organizacionais em suas diferentes áreas de atuação. Conferencista convidado por várias instituições de ensino superior, teve vários de seus artigos publicados em revistas especializadas e jornais de grande circulação, como “O Globo”, “Diário do Comércio” e “Jornal do Brasil”.

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