Recentemente, a operação Carne Fraca, desencadeada pela Polícia Federal, colocou o Brasil todo em alerta quanto ao consumo de carne. A operação deflagrou liberação de licenças e fiscalizações, irregularidades de funcionários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aos frigoríficos. No entanto, o alarde foi maior do que o necessário e o ministério da agricultura garantiu que não existem riscos em se consumir a carne produzida no Brasil.
Independentemente da operação, é fato que precisamos ter alguns cuidados básicos e pontuais antes de comprar carne. Afinal, trata-se de um produto de fácil degradação e que tem um papel importante na nossa alimentação.
É preciso, antes de tudo, prestar atenção na forma com que a carne é armazenada. Independentemente do local onde seja feita a compra, em mercados ou em açougues, a carne deve estar bem refrigerada, em temperatura adequada e embalada de forma adequada. A embalagem a vácuo é a mais indicada, pois impede a entrada de qualquer microrganismo em contato com o produto, mas carnes vendidas no açougue podem ficar penduradas em ganchos ou em bacias desde que sejam cortadas na hora que forem compradas pelo consumidor.
A carne precisa também sempre ter aspecto característico no que se refere a cor (vermelho vivo), odor e até mesmo consistência. Aquelas que são congeladas oferecem menor risco, mas neste caso é preciso sempre ficar atento aos selos de certificação de qualidade e também na data de validade e de produção.
Em grandes redes de supermercados ou de frigoríficos existem equipes treinadas especificamente para garantir o controle de qualidade das carnes, o que não os exime de armazenamento errôneo ou de má conduta. Portanto, nunca compre uma carne que despertar dúvida da qualidade e também nunca hesite em questionar as formas de armazenamento.
Você também pode gostar
No entanto, vale ressaltar que algumas bactérias, como a salmonela, não alteram a aparência do produto. O que nos faz ressaltar ainda mais a importância de só se comprar o alimento quando ele provir de uma fonte confiável. A saúde de todos agradecerá!
Escrito por Roberta Lopes da Equipe Eu Sem Fronteiras.