Quantas vezes você deixou de dançar porque estava com vergonha? E quando queria dar aquele abraço, mas se conteve porque ficou receoso com a reação do outro? Já passou em frente a um grupo de pessoas arrecadando alimentos e materiais, e guardou em seu coração a vontade de ajudar por achar que era perda de tempo?
Você se lembra das vezes em que estava no computador, terminando um trabalho e seu cãozinho veio pular em seu colo querendo carinho, mas você o afastou porque estava ocupado? Quantas cartinhas de seus filhos você deixou de ler ou curtir porque estava focado na tela do celular?
Certamente, não apenas estas, mas inúmeras situações, deixamos de viver, de ser felizes por vergonha ou medo do que os outros irão pensar. Passamos tantos dias tentando fazer o que a sociedade espera de nós, que nos esquecemos quem realmente somos e o porquê de estarmos aqui.
Que a nossa alegria, nosso brilho, nossa fantasia, não prevaleçam apenas no carnaval; que a gente possa estar em conexão com Deus, e que a gente experimente diariamente a beleza de ser um eterno aprendiz.
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Sigo hoje a Gonzaguinha: “Eu sei que a vida devia ser bem melhor (e será), mas isso não impede que eu repita, é bonita, é bonita e é bonita.”
Partiu felicidade.